#50. Especial de 50 episódios analisando jargões do futebol

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No programa dessa semana, Luan Alencar (@luan_alencar), Alfredo Gomes (@alf_gsn), Yago Pontes (@yagopontes94), Daniel Correia (@danielcorreia43) e Daniel San (@san_hermeson) sentam no banco mais quente da podosfera brasileira para comemorarem as 50 edições de Esquenta Bancos! Essa trajetória até aqui muito orgulha a todos nós e temos muito o que a agradecer a você, ouvinte e aos amigos que já sentaram nesse banco. Foram 50 programas falando sobre futebol do nosso jeito, debatendo, discutindo, levando informação, opinião e conteúdo pros seus ouvidos.

Então pra comemorar esse número simbólico, aliviando um pouco a tensão do episódio passado, resolvemos brincar de analisar jargões do futebol, tais quais: “2 a 0 é placar perigoso?”, “futebol é uma caixinha de surpresas?” ou “existe saber sofrer?” e por aí vai. Portanto, pra dar umas risadas com a gente mete o dedo no play e rumo a mais 50 programas!

#49. #EleNão e a intolerância no futebol brasileiro

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No programa dessa semana, Luan Alencar (@luan_alencar), Alfredo Gomes (@alf_gsn) e Yago Pontes (@yagopontes94) sentam no banco mais quente da podosfera brasileira para analisarem a crescente onda de apoio a movimentos fascistas e intolerantes dentro do futebol brasileiro. Isso porque na última rodada do brasileirão, no clássico entre Atlético Mineiro e Cruzeiro, a torcida do galo proferiu gritos homofóbicos que citavam o candidato à presidência Jair Bolsonaro e dizia que este iria “matar viado”. No mesmo domingo, o atleta Felipe Melo, que marcou o gol de empate na partida entre Palmeiras e Bahia, ao ser entrevistado na saída de campo, dedicou o gol ao “nosso futuro presidente, Bolsonaro”. Os dois eventos poderiam se tratar de uma infeliz coincidência, mas ao que tudo indica, está longe de ser o caso.

A candidatura de Jair Bolsonaro representa uma série de ideias fascistas, de intolerância e desrespeito às minorias, o que motivou, por exemplo, o movimento Ele Não, criado por um grupo de mulheres que repudiam as ideias do candidato. O grupo já conta com mais de dois milhões e meio de membros no Facebook, e esta edição do Esquenta Bancos é nossa humilde contribuição ao movimento, uma vez que toda essa movimentação política, obviamente acaba reverberando no mundo do futebol. Para isso contamos com contribuições de pessoas muito queridas que participarão ao longo do programa. A professora de história e atleticana Bárbara Siqueira (@bssdutra) e o jornalista, ativista LGBT e coordenador do coletivo Palmeiras Livre, William de Lucca (@delucca).

#48. Cartolouquização do Futebol

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No programa dessa semana, Luan Alencar, Alfredo Gomes, Daniel Correia e Daniel San sentam no banco mais quente da podosfera brasileira para falarem sobre a “cartolouquização do futebol”. Com a popularidade do conteúdo jovem e bem humorado dos canais de YouTube, o jornalismo esportivo está sendo cada vez mais pautado pelas redes sociais, zoações e o que quer que prenda a atenção dos millennials.

Estaria essa onda imbecilizando o jornalismo esportivo ou é uma tendência natural buscar uma identificação maior com o público da internet? O jornalismo esportivo precisa ser sisudo ou há espaço para bom humor? Pra ouvir um papo sobre tudo isso e muito mais, é só dar o play e contar pra gente o que você achou do episódio.